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A transmutação interior aravés do Alinhamento Energético – A Cura Interiror

O Alinhamento Enérgico vem, pouco a pouco, ganhado destaque no Brasil e no exterior devido a sua profundidade e abrangência. O Espaço Bambuí oferece a técnica do Alinhamento Energético – A cura interior, em atendimentos individuais, coletivos, ou ainda em empresas e casas. Também há os eventos gratuitos e as maravilhosas Rodas de Cura em nossa agenda de eventos. Entre em contato conosco para saber mais.

Veja o evento: Grupo de Alinhamento Energético: Prosperidade Financeira e Sucesso
Dia 10 de setembro, às 15h30

Aprenda mais sobre essa maravilhosa abordagem neste artigo escrito por Ernani Fornari, sobre a profunda relação entre consciente e inconsciente que faz parte da concepção de ser humano entendida pelo Alinhamento Energético.

Alinhamento Energético, um mergulho consciente no inconsciente

A cultura oriental diz, há milênios, que todos nós somos criados perfeitos, completos, plenos, que nós somos todos Um, que nós somos aqui e agora eternamente Deus.

Então poderíamos dizer que o ser humano é este Deus (ou Eu Superior, Presença Divina, ou Self – como diria Jung), “envolvido” por uma personalidade.

Esta personalidade – que é o que, nesse momento, nos impede de experienciar conscientemente que nós somos Um – é formada por uma quantidade incontável de registros psico-emocionais oriundos de todas as nossas experiências passadas não resolvidas e não integradas, e que criam sofrimento e limitação.

E tudo isso é devidamente gerenciado em nós, enquanto seres humanos, pelo trio 5 sentidos / mente racional / ego, que tem a função de fomentar e manter o estado de maya, isto é, o estado da ilusão da separatividade, da falta de integração.

Considerando que a maior parte do que somos acontece em uma dimensão que Freud chamou de inconsciente, o que efetivamente acessamos como resultado da grande alquimia que ocorre nessa dimensão do inconsciente é a mente racional, intelectual, pensamentos (que os hindus chamam de vrittis), ou seja, produto final prá lá de manipulado, resistido, controlado, muito boa ferramenta para obtenção de cultura, conhecimento e informações, muito bom para lidar com o mundo material objetivo, com as relações, com trabalho, mas nada confiável para o autoconhecimento , para a Sabedoria, para o mergulho nas profundezas aonde se enraízam nossas mazelas – aonde essa mente racional consciente não acessa (e que é o que nos impede de viver a verdadeira unidade e completude) – e para o mergulho subsequente na Unidade.

Este conjunto de informações e registros experienciais que compõem a personalidade – e que os hindus chamam de samskaras, impressões – vai determinar a nossa auto-imagem (“quem eu acredito que eu sou”), as nossas personas (“quem eu quero e/ou preciso que acreditem que eu sou”), os vasanas (tendências, padrões, hábitos, sistemas de crenças) e os vrittis (os pensamentos, a atividade racional da mente).

Podemos dizer que, sem sombra de duvidas, o que acessamos de nós próprios – a mente consciente, racional – trata-se de uma pequeníssima parte do que realmente somos, e que opera e se ocupa a maior parte do tempo com a administração do passado e do futuro.

Assim, podemos ver que uma boa parte da nossa dimensão racional e emocional dispende um enorme tempo e energia ficando angustiada e/ou deprimida, em função de um passado que efetivamente não pode mais voltar, e portanto, não podemos mudar. Mas podemos mudar a forma de lidar com isso.

Outra boa parte de nossa atividade interna é gasta em ficarmos temerosos e ansiosos (pré-ocupados) com um futuro que além não podermos controlar, nós não sabemos se (e como) ele vem. E se ele vem como queremos e/ou precisamos em função especialmente do passado que não podemos mudar.

Então, quanto de nós sobra para viver conscientemente o presente, que é onde a vida acontece realmente?

A personalidade é uma estrutura virtual que “hospeda” todas as nossas experiências. E estas experiências tem uma dimensão emocional (um “sentir”) e também um “roteiro” – a história em torno da emoção, isto é, a nossa versão, o nosso ponto de vista sobre o aconteceu e que nos fez sofrer.

E aí ficamos presos em uma trama virtual, construída por pontos de vista muitas vezes incorretos sobre o que aconteceu. Afinal, a maior parte das questões mais contundentes acontecem na infância, numa fase da vida em que não se tem a menor condição de avaliar os contextos sobre o que aconteceu. E estes pontos de vista equivocados ficam retro-alimentando um padrão limitante de sofrimento.

Ficamos presos em “como eu suponho que aconteceu o que me fez sofrer”…

É importante não esquecer que sentir é muito mais preponderante na vida humana do que pensar. Para pensar você precisou nascer e aprender a falar. Mas para sentir, quando é iniciado o desenvolvimento do sistema nervoso central na fase de gestação, já começamos a agregar registros emocionais (isso sem falar do que já trazíamos na bagagem de outras vidas e/ou da ancestralidade).

Por isso muitas vezes reconhecemos racionalmente determinado padrão em nós e mesmo assim, não conseguimos mudar. Porque a informação emocional que gera a crença ou padrão está enraizada profundamente em nosso inconsciente.

Freud chamou de recalque o “esquecimento” de coisas muito sofridas que vivemos no passado, especialmente na infância.
Passamos por alguma situação impactante, e aí levantamos a tampa do porão, fechamos e sentamos em cima, num movimento do inconsciente de nos proteger do sofrimento, levando a questão para o “esquecimento”.

Só que nada fica esquecido, apenas o conteúdo se desloca para um nível inconsciente, mas continua vivo e em alguma hora vai se precipitar no plano físico na forma de um padrão de comportamento, um desequilíbrio, couraças musculares, ou uma doença qualquer (a chamada somatização).

E o dr. W. Reich estudou e descobriu exatamente para onde vai o que é recalcado: para o caráter e para o corpo. Hoje nós sabemos (quem viu “Quem somos nós?” ?) que o cérebro não reconhece a diferença entre o presente e o passado. Opera com os dois da mesma forma. E aí fica claro porque existem os traumas, porque os registros ficam sendo constantemente atualizados.

O cérebro é uma máquina perfeita, mas é uma máquina de repetição. É um verdadeiro hardware. E que vai estruturando redes de neurônios que, juntamente com a química dos neuro transmissores, vai dar suporte e atualização constante aos nossos registros passados, mantendo-os sempre atuais até que sejam conscientizados, aceitos, compreendidos, transformados e integrados.

Mas como o Universo é maravilhoso e trabalha para seu equilíbrio, se por um lado uma parte de nós funciona em nós como repetidora das crenças e padrões – com a melhor das intenções de não deixar que o que nos aconteceu e nos fez sofrer, aconteça de novo – outra parte de nós trabalha para nos libertar.

E a parte de nós que trabalha no sentido de nos curar, utiliza como um dos principais procedimentos: as recorrências, isto é, a repetição daquilo que não queremos entrar em contato, do que não queremos mudar.

E o mais lindo, é que nosso próprio Eu Superior (Self), que é a mesma Inteligência imanente em toda a Criação, atrai para nossa vida exatamente as experiências, testes, provas, obstáculos e exercícios que necessitamos. Nós atraímos tudo o que é necessário para nosso crescimento. Não é preciso que tenha um Deus fora arbitrando castigos e recompensas. Deus está dentro de nós trabalhando pela nossa, como dizia Jung, individuação.

Mas, como também diziam Jesus e Kardec, isto pode acontecer pela dor ou pelo amor.

Ou entramos na consciência, na aceitação e na ressignificação da nossa sombra e corremos atrás de melhorar, ou ficamos atraindo recorrências de todo tipo.

Estas recorrências podem ser de situações específicas (traições ou perdas, por exemplo), de acidentes, de doenças, de interferência espiritual (energias intrusas), questões com conteúdos que vem de vidas passadas, questões profissionais, questões com padrões de relacionamentos que se repetem, ou seja, uma série de procedimentos que o Eu Superior utiliza para piorar a sua vida, já que você não se toca e não muda.

Porque quando dói a gente presta atenção.

Muito conhecimento foi gerado ao longo de toda a história da Humanidade, no sentido de auxiliar o homem na limpeza e no reequilíbrio da personalidade, e o consequente reconhecimento de sua natureza original, a Unidade.

Técnicas, métodos, terapias, centenas, milhares delas, vem sendo desenvolvidas ao longo dos milênios, no sentido de se abrir um acesso consciente às outras dimensões (dimensões do inconsciente, dos sonhos, do mundo dos mortos, das vidas passadas, dos elementais e de outros tantos seres) para que o homem possa otimizar o processo de ressignificação dos conteúdos, crenças e padrões oriundos do passado, que produzem sofrimento e limitação, e que se localizam em uma dimensão de nós que não acessamos no plano consciente.

Dentro deste universo terapêutico, o Xamanismo aparece com – entre muitas outras coisas – uma importante contribuição para possibilitar a aceleração do processo de limpeza e reequilíbrio dessa parte de nós de onde emergem tudo aquilo que somos na vida humana: o nosso inconsciente.

E o sexto sentido (também chamado de sensitividade, mediunidade, percepção extra sensorial, paranormalidade) através da técnica da canalização – uma outra forma de mediunização – é uma ferramenta altamente eficiente que possibilita o acesso à dimensão do inconsciente para reformatar na personalidade os registros que produzem padrões e crenças dolorosos e auto-limitantes.

Se consideramos que somos essencialmente o Self (o Eu Superior, a Presença Divina Eu Sou) e que este Self é o Uno, é Deus, então emoções como medo, raiva, ansiedade, tristeza, não pertencem ao Self, pertencem a esta estrutura virtual e dual chamada de personalidade/caráter. O Self é. A personalidade/caráter está. Self é absoluto, eterno. A personalidade/caráter é relativa, impermanente.

Então, tudo aquilo que se “enraizou” em nosso inconsciente como registros e memórias – como por exemplo, de medo, raiva, tristeza, baixa autoestima, menos valia, ansiedade – em função de experiências passadas, podem perfeitamente ser transmutados na outra polaridade destas mesmas emoções (afinal o aspecto relativo do Universo não é bi-polar, Yin/Yang ?).

E aí podemos dizer que a coragem, o poder pessoal , o amor próprio, a alegria, a serenidade, o auto valor e a alta autoestima com certeza fazem parte da natureza essencial do Self.

O Alinhamento Energético é uma terapia que foi desenvolvida a partir da vivência de um homem branco entre os índios brasileiros, e é fundamentada na utilização da sensitividade para acessar e trabalhar profundamente as questões inconscientes que produzem sofrimentos, doenças, bloqueios e limitações.

Quando esta limpeza e transmutação acontecem através da canalização, as velhas teias de neurônios no cérebro, que davam suporte aos padrões psico-emocionais que foram transmutados na terapia, se desconstroem, e novas teias de sinapses são produzidas para dar suporte e atualização aos conteúdos e emoções que foram reequilibrados e reintegrados.

ERNANI FORNARI

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