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A Abordagem Multidimencional Do Alinhamento Energético – A Cura Interior

A abordagem multidimencional do Alinhamento Energético – A cura interior

O Alinhamento Enérgico tem sua teoria e filosofia embasadas na cultura Oriental, na Psicologia Transpessoal, na Parapsicologia, no Xamanismo e na Física Quântica. Uma das principais características do Alinhamento Energético – A cura interior, é a utilização da sensitividade (6º sentido), que através da canalização, acessa diretamente no inconsciente do cliente os conteúdos dolorosos e bloqueadores. Estes conteúdos é que impedem que a vida da pessoa flua com plenitude, harmonia e prosperidade, de acordo com seu potencial e merecimento.

O Espaço Bambuí oferece a terapia do Alinhamento Energético – A cura interior, oferecendo atendimentos individuais, coletivos, atendimentos em empresas e casas além das maravilhosas Rodas de Cura. Entre em contato conosco para saber mais.

Aprenda mais sobre essa maravilhosa abordagem com este artigo sobre a multidimensionalidade do Alinhemento Energético.

Alinhamento Energético – a cura interior, uma terapia multidimensional

Muitas religiões e filosofias milenares disseram – e as modernas Física Quântica e Psicologia Transpessoal estão corroborando – que tudo o que está fora de nós, está igualmente dentro de nós. Isto quer dizer que todo o Universo está dentro de nós. Todas as potencialidades, qualidades, energias, elementos (inclusive químicos) que existem fora de nós, nós temos tudo isto, desde sempre, dentro de nós.

Hoje inclusive já sabemos que o nosso próprio cérebro físico, opera igualmente com relação ao que é de âmbito interno ou de natureza externa. Se você estiver com fome, ver uma comida gostosa ou simplesmente pensar nela, fará seu cérebro reagir igualmente, acionando todo o sistema para se preparar para comer.

O amor, a força, a paz, a coragem, a determinação, a fecundidade, a justiça, o equilíbrio, a harmonia, a disciplina, a criatividade, a alegria, o prazer, a flexibilidade, a honestidade, a lealdade, a serenidade, a sensibilidade, a beleza, a neutralidade, a paciência…

Todas estas – e muitas outras – qualidades, virtudes e potencialidades que existem desde sempre dentro de nós, por sua vez são gerenciadas fora de nós por inteligências situadas em níveis vibratórios mais elevados e expandidos do que o nosso, na complexa estrutura sistêmica/holográfica da grande hierarquia universal.

São, por exemplo, os deuses de tantas mitologias de tantas culturas: são os devas do Hinduísmo, são os animais de poder do Xamanismo, são os Anjos das culturas judaico-cristãs e islâmicas, são os Orixás da África, e é também o Ministério de Cristo – a Egrégora que dirige o trabalho terapêutico xamânico brasileiro chamado Alinhamento Energético.

Na verdade, os Seres de Luz, Mestres, Anjos, Gurus, deuses, de uma forma geral, não nos podem dar nada que porventura nós já não tenhamos, pelo simples fato de que já temos toda a Criação dentro de nós.

Não nos falta nada, fomos “fabricados” completos, perfeitos, plenos, embora ainda não nos lembremos nem ainda experienciemos esta condição (os hindus chamam esta ignorância primordial de avidya).

Não deveríamos precisar de deuses nem Mestres para nos dar o que já temos.

Mas como ainda somos ignorantes de quem nós somos realmente, e estamos com a nossa perspectiva da existência e com o nosso referencial de realidade ancorados na dualidade e na impermanência, os Mestres e os Seres de Luz podem interagir conosco e nos ajudar a despertar e desenvolver a consciência de que estes potenciais e qualidades já existem em nós, desde sempre, e que nós somos Um com todo o Universo.

E também podem nos ajudar a limpar e reequilibrar os conteúdos residentes nas nossas dimensões inconscientes, onde se alojam registros, crenças e padrões limitantes e dolorosos, que são o que nos mantém na ignorância de quem somos e na conseqüente manutenção do sofrimento.

Ao longo da história da Humanidade, no processo da manifestação dos mitos, o homem projetou para fora de si todas as qualidades, virtudes e potencialidades, antropormofizadas  na figura dos deuses, cada um com  sua qualidade e função, como um verdadeiro processo coletivo/psicológico de projeção e transferência : focar fora de si e buscar fora de si o que já se tem em si mesmo e não se sabe que tem !

E aí o homem construiu os deuses a sua imagem e semelhança, num processo intuitivo onde Sábios e Mestres de todas as épocas canalizaram escrituras, conceitos teológicos, uma infinidade de deuses, de rituais e de sistemas filosóficos.

Repare que todas as mitologias de todas as culturas, são eminentemente funcionais : o deus da chuva, da fertilidade, da justiça, do fogo, da força, da verdade, do amor, da sabedoria, das artes, da morte …

E assim, os Deuses funcionam como mega espelhos que refletem para nós a plenitude e a completude do que já tempos e somos, e que está inconsciente ou sub-utilizada em nós neste momento.

Infelizmente grande parte das religiões e das pessoas acaba ancorando suas demandas de cura e de libertação nestes símbolos e mitos externos, desenvolvendo as mais diversas formas de idolatrias e sistemas de barganhas espirituais, na esperança de que estes seres poderosos possam nos dar aquilo que pensamos que eles tem mas nós não temos. Ou esperando que eles façam por nós o que nós temos que fazer.

Como os deuses são a própria personificação egregórica e arquetípica das virtudes, poderes e qualidades universais, estes Seres – Guardiões , Devas, Anjos, Orixás ou Animais de Poder – são simultaneamente entidades separadas de nós e ao mesmo tempo são quânticamente nós mesmos, nas infinitas dimensões e potências do nosso Ser interno.

 

Por outro lado, toda a atividade humana tem a sua Egrégora própria, seu grupo de seres que interagem de alguma forma com o mundo encarnado (Guias, Mestres, amparadores, protetores, antepassados).

Cada família, cada templo de cada religião, cada hospital, cada escola, cada grupamento humano tem a sua Egrégora. E é claro que também existem as egrégoras da sombra.

Então, a Egrégora é um fenômeno que acontece por várias vias: por um lado são inteligências que trabalham nas outras dimensões e que interagem com o ser humano para auxiliar na sua caminhada, e por outro lado, muitas destas inteligências – que tem sido canalizadas pelos Sábios de todos os tempos e lugares – transformaram-se em mitos antropomorfizados – entidades mitológicas e arquetípicas – que são alimentados e energizados por milênios de intenções, orações, práticas, meditações, cerimônias e rituais, gerando um grande somatório de energia num imenso quantum de poder energético e espiritual, pois o somatório das intenções, pensamentos e sentimentos de um grupo de pessoas focadas em um mesmo objetivo, gera seres egregóricos, entidades quânticas/energéticas que vão vibrar, amplificar e retroalimentar sinérgicamente toda a energia gerada (positiva ou negativa).

E a Egrégora do Ministério de Cristo – que dá suporte, guia, apoio, proteção e amparo ao trabalho terapêutico xamânico do Alinhamento Energético – foi inicialmente canalizada através da “Mesa de São Marcos” em Volta Redonda (RJ) e posteriormente por Aloysio Delgado Nascimento, um homem branco, agrônomo, farmacêutico e sensitivo, que teve um longo e profundo contato com as culturas nativas brasileiras, no norte e no sul do Brasil, e que desenvolveu a técnica do Alinhamento Energético em função de suas observações feitas nos trabalhos de cura dos pajés.

Esta Egrégora, composta de Seres de Luz de várias linhagens evolutivas – chamados neste trabalho de Guardiões – ofereceu-se ao xamã e curador Aloysio para trabalhar transmutando e reequilibrando conteúdos psico- emocionais em desequilíbrio e sofrimento, registros de passado e de antepassados, crenças e padrões limitantes, interferências e energias intrusas.

O que efetivamente esta Egrégora realiza nesta terapia, é a transmutação (repolarização, ressignificação) dos registros psico-emocionais que se enraizaram no nosso inconsciente, em função de como nós recebemos, sentimos e entendemos aquilo que nos aconteceu e que nos provocou sofrimento, e que compõe a complexidade da nossa personalidade.

Se nós somos, como dizem os orientais, essencialmente perfeitos, felizes e completos, emoções tais como mêdo, raiva, ansiedade, tristeza, etc. não fazem parte da dimensão da totalidade, do Self, como chamava C.G.Jung. Fazem parte da personalidade humana, com suas memórias e com seus sistema de crenças e padrões dolorosos e limitantes.

Por outro lado, se a característica mais primordial da Criação é ser dual (os chineses chamaram isto de Yin / Yang), as emoções também são duais. Então tristeza e alegria, por exemplo, são as duas polaridades de uma mesma energia psico-emocional. Bem como amor /ódio, medo/coragem, ansiedade/serenidade, mais valia /menos valia, etc.

Então o que o Ministério de Cristo faz na terapia do Alinhamento Energético, é mudar a polaridade da emoção que estava vibrando dolorosa e limitantemente em função das vivências e experiências que tivemos no passado, e integrando a sua outra polaridade à nossa Essência, e que é eterna e perfeita.

Muitas vezes somos questionados no decorrer de consultas e palestras, acerca do significado do nome “Ministério de Cristo” e da sua aparente natureza religiosa.

É comum a idéia de que pode se tratar de uma religião ou ordem evangélica, católica ou mesmo espírita, na suposição de que ao mencionarmos Cristo, estamos nos referindo especificamente a Jesus, o grande espírito de Luz da hierarquia Crística (como também é Siddharta Gautama na hierarquia Búdica). O Cristo aqui se refere à Consciência Crística.

Com toda a certeza a Egrégora do Ministério de Cristo quis respeitar as raízes religiosas e culturais do Ocidente.

E muito provavelmente poderia ter se chamado “Ministério de Buddha” ou “Ministério de Shiva” se o Aloysio tivesse nascido e vivido no Oriente…

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