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Precisamos Repensar O Uso Dos Fármacos Psiquiátricos – Constata Pesquisador

Precisamos repensar o uso dos fármacos psiquiátricos – constata pesquisador

O uso de drogas e remédios, a alopatia, para diferentes fins, sem dúvida é um recurso muito útil no tratamento de qualquer desequilíbrio do organismo. Infelizmente o uso deste recurso pode vir a ser o protagonista do tratamento, retirando do paciente a chance de reconquistar a sua saúde por si mesmo.

O Espaço Bambuí é uma clínica que tem como proposta entender o ser humano como um todo, em todas as suas dimensões, por isto oferece diversos tratamentos como a psicoterapia, numerologia, Alquimia Cristalina, Medicina de Família, MO.V, todos concebendo o ser humano de forma integral. Fale conosco pelo telefone (51) 3466-5531, pelo e-mail espacobambui@gmail.com ou venha nos visitar para tomar um chá em nosso jardim! Endereço Rua Brasil, 680, em Canoas, próximo ao Shopping.

Nesta entrevista ao El País, o pesquisador dinamarquês Peter Gøtzsche Peter Bertel fala sobre suas conclusões e propostas de diminuir e até acabar com o uso de fármacos. Confira e deixe a sua opinião:


Em 1936, o neurologista português Egas Moniz apresentou uma operação cirúrgica que destruía conexões entre a região pré-frontal e outras partes do cérebro. Esta cirurgia, chamada lobotomia, popularizou-se como tratamento para a esquizofrenia e valeu o Nobel de Medicina a Moniz em 1949. A intervenção caiu em desuso após o surgimento de drogas como a clorpromazina, que se tornaram o tratamento habitual para esse tipo de doença mental.

Desde então, a lobotomia se tornou símbolo de uma psiquiatria que anulava os pacientes sob a justificativa de curá-los, e alguns grupos de familiares de lobotomizados pediram inclusive que o Nobel