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Especial Ovos: de vilão a mocinho, consumo e produção de ovos crescem no país

Em matéria especial para o Correio do Povo Rural, a jornalista Nereida Vergara revela a realidade dos ovos no Brasil. De vilões a aliados da saúde, a produção e o consumo dos ovos vêm expandindo no país – sendo que o consumo no Rio Grande do Sul já está acima da média global. Confira abaixo um resumo da matéria, que conta com entrevista com o nutricionista Carlos Lampert Filho. Nosso agradecimento à Nereida Vergara, do Correio do Povo, pela divulgação de fatos tão importantes para a saúde nutricional do brasileiro.

Ovos voltaram a ser considerados um alimento saudável. Consumo cresce no Brasil.
Ovos voltaram a ser considerados um alimento saudável. Consumo cresce no Brasil.

Nos últimos seis anos, o brasileiro aumentou seu consumo de ovos em cerca de 35%, passando de 148 unidades em 2010 para cerca de 200 unidades em 2016. O incremento no consumo foi impulsionado por campanhas iniciadas pelo ramo avícola em 2013, com a divulgação de pesquisas científicas que desfizeram mitos em torno da proteína, a qual no passado chegou a ser considerada uma das grandes vilãs das doenças cardiovasculares.

Até o final de 2016, a produção nacional de ovos deverá se aproximar dos 40 bilhões de unidades. Os prognósticos para 2017 são animadores e devem colocar o Brasil pelo menos junto à média mundial de consumo de ovos, de 220 unidades per capita.

O Rio Grande do Sul é o maior consumidor de ovos do Brasil. No Estado, a média é de 227 unidades per capita e poderá superar, a partir do ano que vem, as 250 unidades. “O ideal seria que as pessoas consumissem um ovo por dia, o que nos colocaria em patamares próximos aos do México e Japão, que já têm média de 365 unidades per capita. Mas, se chegarmos a 290 ovos por habitante/ano, já será um grande avanço. Para isso, precisamos manter o foco na qualidade”, afirma José Eduardo dos Santos, Secretário Executivo da Associação Gaúcha da Avicultura (Asgav).

Nutricionista fez sua avaliação ao jornal Correio do Povo sobre a qualidade dos ovos para a alimentação
Nutricionista fez sua avaliação ao jornal Correio do Povo sobre a qualidade dos ovos para a alimentação

Para o nutricionista Carlos Alberto Lampert Filho, o ovo assume protagonismo em boa hora. “Durante algumas décadas, o ovo foi incriminado por aumentar o colesterol ruim, obstruir o sistema circulatório e gerar problemas cardíacos. Hoje, sabemos que esses distúrbios são causados pelas gorduras trans encontradas nas guloseimas como pastéis, margarinas, bolachas recheadas, sorvetes e tortas”, revela.

Além de light por natureza – uma unidade tem apenas 80 calorias — o ovo é fonte de proteína e minerais, combatendo doenças como a anemia e alguns tipo de câncer. Lampert garante que é saudável consumir até mais de um ovo por dia, desde que este não venha acompanhado de bacon, carne vermelha e queijos amarelos, os verdadeiros responsáveis pelo aumento dos níveis de colesterol.

“A ressalva que faço é quanto ao preparo. O ovo cru ou mal passado pode conter a bactéria Salmonela, que causa febre, vômitos e diarreias fortes. Por isso, deve-se evitar o seu consumo mal passado e também os produtos que têm ovos crus como ingredientes, como mousses, maioneses, coberturas e recheios de bolos”, aconselha.

Veja a matéria completa do Correio Rural, caderno do Correio do Povo

Fonte: Correio do Povo (02/10/2016)

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