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Você já teve a sensação de estar vivendo a mesma história de novo e de novo?

Relacionamentos que terminam sempre do mesmo jeito. Situações profissionais que se repetem. Conflitos familiares com os mesmos roteiros. Dificuldades financeiras que não importa o quanto você se esforce, parecem não ter fim.

E no meio disso tudo, aquela pergunta incômoda: “Por que eu sempre faço isso?”

Se você se reconhece nessa descrição, saiba que não é falta de força de vontade, não é autossabotagem consciente e, definitivamente, não é porque você é “problemático”. Pode ser que você esteja carregando padrões que não são seus — mas que pertencem ao seu sistema familiar.

E é justamente aí que a Constelação Familiar entra.


O que são padrões repetitivos?

Padrões repetitivos são comportamentos, escolhas ou situações que se repetem na sua vida mesmo quando você tenta conscientemente evitá-los.

Exemplos comuns:

  • Você sempre escolhe parceiros emocionalmente indisponíveis
  • Sempre acaba sendo o “responsável” ou o “cuidador” nos relacionamentos
  • Sente que trabalha muito mas nunca prospera financeiramente
  • Tem dificuldade de estabelecer limites, mesmo sabendo que deveria
  • Sente culpa ou peso de carregar problemas que não são seus
  • Repete conflitos que seus pais ou avós também tiveram
  • Sente que nunca é suficiente, não importa o quanto conquiste

A questão é: se você sabe que isso te faz mal, por que continua repetindo?


A resposta está no sistema familiar

Segundo a Constelação Familiar — abordagem terapêutica criada pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger —, você não é apenas um indivíduo isolado. Você faz parte de um sistema familiar que inclui pais, avós, bisavós, irmãos e até membros que foram excluídos ou esquecidos.

E esse sistema tem dinâmicas invisíveis que influenciam suas escolhas, seus sentimentos e seus destinos — mesmo que você não tenha consciência disso.

As “lealdades invisíveis”

Desde que nascemos, fazemos parte de um campo familiar. E, por amor inconsciente, tentamos equilibrar o sistema através de lealdades invisíveis:

  • Repetimos destinos de antepassados para “não deixá-los sozinhos”
  • Carregamos culpas ou dores que não são nossas
  • Sabotamos nossa própria felicidade porque alguém no sistema não teve direito a ela
  • Rejeitamos prosperidade porque na família “sempre foi difícil”
  • Assumimos responsabilidades que pertencem a outras gerações

Essas lealdades são inconscientes. Você não decide racionalmente “vou repetir o padrão da minha avó”. Simplesmente acontece — porque no nível profundo do sistema, você está tentando pertencer, honrar ou equilibrar algo.


Como a Constelação Familiar revela esses padrões?

A Constelação Familiar é uma terapia de grupo (também pode ser individual) que utiliza representantes para revelar as dinâmicas ocultas do seu sistema familiar.

Como funciona na prática:

1. Você traz uma questão
Pode ser sobre relacionamentos, dinheiro, saúde, escolhas de vida — qualquer padrão que esteja te incomodando.

2. Representantes são escolhidos
No grupo, outras pessoas são escolhidas para representar membros do seu sistema familiar (pai, mãe, você mesmo, irmãos, avós, etc.). Você não precisa contar a sua história — apenas posicionar os representantes no espaço.

3. O campo se manifesta
Algo surpreendente acontece: os representantes começam a sentir as emoções e dinâmicas daquelas pessoas que estão representando — mesmo sem conhecer sua história. É como se o campo familiar se manifestasse ali, visível.

4. O padrão se revela
Você vê, de fora, as dinâmicas que estavam invisíveis. Percebe quem está carregando o quê. Entende de onde vem aquele peso que você sente. Reconhece padrões que atravessam gerações.

5. A resolução acontece
O facilitador conduz frases e movimentos que reorganizam o sistema. Algo se acomoda. O que estava emaranhado se desembaraça. E você sente, no corpo, que algo mudou.


Exemplos reais de padrões revelados em Constelação

Padrão: “Nunca consigo prosperar financeiramente”

O que a Constelação revelou:
O bisavô perdeu tudo em um negócio e morreu em dívidas. A família, por gerações, carregou a crença inconsciente de que “dinheiro traz desgraça” ou “não merecemos prosperar”. A pessoa estava, inconscientemente, rejeitando prosperidade para honrar o sofrimento do bisavô.

Resolução:
Reconhecer o bisavô, honrar sua dor, mas devolver a ele o destino que era dele — e se dar permissão para prosperar.


Padrão: “Sempre escolho parceiros que me abandonam”

O que a Constelação revelou:
A mãe foi abandonada pelo pai da pessoa ainda na gravidez. Por lealdade invisível, a pessoa repetia o abandono para “não trair” a mãe — como se ter um relacionamento estável fosse uma traição à dor materna.

Resolução:
Reconhecer a dor da mãe, mas se dar permissão para ter um destino diferente.


Padrão: “Sinto culpa por estar bem quando minha família sofre”

O que a Constelação revelou:
Um irmão mais novo morreu na infância. A pessoa sobrevivente carregava culpa inconsciente por estar viva enquanto o irmão não teve chance. Sabotava a própria felicidade como forma de “não deixar o irmão sozinho”.

Resolução:
Honrar o irmão que partiu, reconhecer que ele teve um destino diferente — e se dar permissão para viver plenamente.


O que torna a Constelação diferente de outras terapias?

A Constelação não foca apenas em você e suas escolhas conscientes. Ela olha para o sistema inteiro — reconhecendo que você está inserido em uma teia de relações, lealdades e destinos entrelaçados.

Você não precisa contar detalhes da sua vida. A Constelação trabalha com o que se revela no campo — muitas vezes, informações que nem você sabia conscientemente.

Ver sua dinâmica familiar representada à sua frente é completamente diferente de entender racionalmente. É uma experiência corporal e emocional — e por isso, a transformação costuma ser profunda e duradoura.

Mesmo que você não esteja constelando sua própria questão, apenas participar do grupo já te movimenta. Porque as dinâmicas familiares são universais — e ao ver o outro, você também se vê.


Para quem é a Constelação Familiar?

A Constelação é indicada para quem:

  • Repete padrões e não consegue entender por quê
  • Sente que carrega pesos que não são seus
  • Tem conflitos recorrentes com pais, irmãos ou parceiros
  • Sente culpa, raiva ou mágoa profunda em relação à família
  • Quer compreender dinâmicas que atravessam gerações
  • Sente bloqueios em áreas específicas da vida (amor, dinheiro, saúde)
  • Busca uma abordagem que vá além da terapia racional
  • Está em transição de vida e quer se libertar de padrões antigos

Não é necessário:

  • Conhecer toda a história da sua família
  • Ter problemas graves ou traumas extremos
  • Acreditar previamente na abordagem

Basta estar disposto a olhar — com honestidade e abertura — para o que se revela.


O que esperar de um grupo de Constelação?

Antes do grupo:

Você não precisa se preparar de forma especial. Apenas chegue com a disposição de olhar para sua questão com sinceridade.

Durante o grupo:

Se você for constelar:
Você expõe brevemente sua questão, escolhe representantes e observa o que se revela. O facilitador te conduz através de frases e movimentos que reorganizam o sistema. É comum emocionar-se — choro, alívio, insights profundos.

Se você for representante:
Você empresta seu corpo para representar alguém do sistema de outra pessoa. É uma experiência única — você sente emoções, sensações corporais e impulsos que não são “seus”, mas que pertencem àquele lugar no sistema.

Depois do grupo:

É comum sentir cansaço (o trabalho é profundo), clareza mental, alívio emocional ou uma reorganização interna sutil que se desdobra nos dias seguintes.

Algumas pessoas têm insights imediatos. Outras percebem mudanças ao longo das semanas — situações que se resolvem, padrões que simplesmente param de se repetir.


Constelação Familiar e outras terapias

A Constelação funciona muito bem combinada com outras práticas:

Com Psicoterapia:
A psicoterapia trabalha no nível consciente e racional. A Constelação traz à tona o que está no campo inconsciente do sistema familiar. Juntas, são extremamente poderosas.

Com Florais de Bach:
Após uma Constelação, os florais ajudam a integrar e processar as emoções que surgiram. Muitas pessoas saem do grupo e iniciam um acompanhamento com florais para dar continuidade ao processo.

Com Barras de Access ou Terapia Multidimensional:
Essas terapias trabalham liberando padrões em níveis profundos — complementando o trabalho da Constelação.

Com Acupuntura ou Reiki:
Após uma Constelação, pode haver uma reorganização energética intensa. Acupuntura e Reiki ajudam a equilibrar o corpo e a integrar as mudanças.

No Espaço Bambuí, entendemos que cada pessoa precisa de um cuidado integrado — e muitas vezes, a Constelação é o ponto de partida para um processo terapêutico mais amplo.


Constelação Familiar no Espaço Bambuí

No Espaço Bambuí, os grupos de Constelação Familiar acontecem mensalmente, conduzidos por facilitadores experientes e respeitosos.

Aqui, a Constelação não é tratada como espetáculo ou entretenimento — é um trabalho sério, profundo e sagrado. Cada grupo é um espaço de acolhimento, respeito e transformação genuína.

Se você sente que está preso em padrões que não fazem mais sentido, se carrega pesos que não são seus, se repete histórias que gostaria de encerrar — a Constelação pode ser o caminho.

Não prometemos curas milagrosas. Mas oferecemos um espaço seguro para você olhar, reconhecer e, finalmente, se libertar do que não é mais necessário carregar.


 

Próximo grupo de Constelação Familiar

24/2/2026, às 19h – Espaço Bambuí – facilitadora Adriana Girardi

Vagas limitadas. O grupo precisa ser pequeno para garantir profundidade e acolhimento.

Você pode:

  • Constelar sua questão (trazer um padrão para trabalhar)
  • Participar como observador (e ainda assim ser movimentado pelo grupo)
  • Ser representante (emprestar seu corpo para o trabalho de outros)

Garanta sua vaga

Faça sua inscrição pelo WhatsApp: 51 9 9983 0283

Ou manda “CONSTELAÇÃO” no direct do Instagram @espacobambui00


P.S.0: Se você tem dúvidas sobre se a Constelação é para você, manda uma mensagem. Podemos conversar sobre sua questão e identificar se esse é o caminho mais adequado para o seu momento. Às vezes, só de nomear o padrão, você já começa a se libertar dele.

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