A volta às aulas está chegando. E se você é mãe, sabe que isso não é só sobre comprar material escolar e ajustar uniformes.
É sobre aquela ansiedade no peito quando seu filho diz que não quer ir. É sobre a culpa de deixá-lo chorando no portão. É sobre noites mal dormidas (as suas e as dele). É sobre o medo de ele não se adaptar, não fazer amigos, não acompanhar o ritmo.
E no meio de tudo isso, tem você: exausta, sobrecarregada, tentando ser forte enquanto seu próprio emocional está à flor da pele.
A volta às aulas não mexe só com as crianças. Mexe com a família inteira. E especialmente com você, que carrega o peso emocional de todos.
Este artigo é para você, mãe. Para te ajudar a cuidar do seu filho nesse período, mas também (e principalmente) para te lembrar de cuidar de si mesma.
Por que a volta às aulas é tão difícil (para as crianças E para você)
Para as crianças:
A volta às aulas representa mudança, ruptura de rotina, separação. Mesmo crianças que já frequentam a escola há anos podem sentir ansiedade — novo professor, nova turma, expectativas maiores.
Para os pequenos que estão indo pela primeira vez, então, é ainda mais intenso: é a primeira grande separação da mãe, do ambiente seguro de casa.
Sintomas comuns nas crianças:
- Birras e choros ao se aproximar da escola
- Dor de barriga, enjoo, dor de cabeça (somatização da ansiedade)
- Dificuldade para dormir, pesadelos
- Regressão (voltar a fazer xixi na cama, falar como bebê)
- Agressividade ou comportamento muito quieto/retraído
Para você (mãe):
Você sente a ansiedade do seu filho como se fosse sua, porque de certa forma, é.
Além disso, a volta às aulas mexe com:
- Culpa (será que estou fazendo a coisa certa? Será que ele está pronto?)
- Medo (e se ele sofrer bullying? E se não se adaptar?)
- Exaustão (acordar mais cedo, correria da manhã, lição de casa à noite)
- Sobrecarga mental (mais uma coisa para gerenciar na lista infinita)
- Tristeza (o tempo está passando rápido demais)
E ninguém te prepara para isso. Ninguém te avisa que mandar um filho para a escola também dói em você.
Como preparar emocionalmente seu filho para a volta às aulas
1. Valide os sentimentos dele (não minimize)
Frases como “não é nada demais” ou “você precisa ser forte” não ajudam. Elas invalidam o que a criança está sentindo.
Em vez disso, diga:
- “Eu sei que você está com medo. É normal sentir medo de coisas novas.”
- “A escola pode parecer assustadora no começo, mas vai ficar mais fácil.”
- “Eu também fico nervosa quando preciso fazer algo novo.”
Validar não significa resolver o problema por ela. Significa mostrar que o que ela sente importa — e que você está junto.
2. Use Florais de Bach para equilibrar as emoções
Os Florais de Bach são uma ferramenta suave e extremamente eficaz para crianças em momentos de transição.
Florais recomendados para volta às aulas:
Mimulus — para medos específicos (medo do professor, medo de não fazer amigos, medo de errar)
Walnut — para facilitar adaptação a mudanças e novas rotinas
Larch — para crianças inseguras, que acham que não vão conseguir
Honeysuckle — para quem fica preso nas férias, querendo voltar para “como era antes”
Rescue (Resgate) — para momentos de crise (manhãs de choro intenso, primeiro dia de aula)
Os florais não têm contraindicações, não causam dependência e podem ser usados desde bebês. No Espaço Bambuí, preparamos fórmulas personalizadas conforme o que cada criança está sentindo.
3. Crie rituais de transição
Crianças se sentem mais seguras com previsibilidade.
Rituais que ajudam:
- Ler um livro específico antes de dormir na semana da volta às aulas
- Fazer um “café da manhã especial” no primeiro dia
- Ter um objeto de transição (um lenço com seu perfume, um brinquedinho pequeno na mochila)
- Criar um “quadro de conquistas” onde a criança marca cada dia que foi bem na escola
Rituais não são bobagem. São âncoras emocionais.
4. Não transmita SUA ansiedade
Isso é difícil. Mas crianças são esponjas emocionais — se você está ansiosa, ela sente e absorve.
O que NÃO fazer:
- Ficar muito tempo no portão da escola (quanto mais você demora, pior fica)
- Demonstrar insegurança na frente da criança (“será que vai dar tudo certo?”)
- Fazer muitas perguntas ansiosas quando ela volta (“foi tudo bem? Alguém foi ruim com você? Você comeu?”)
O que FAZER:
- Se despedir com segurança e tranquilidade (mesmo que você esteja morrendo de vontade de chorar)
- Confiar nos professores e na escola
- Dar espaço para a criança contar sobre o dia no tempo dela (não interrogar)
Se você não consegue controlar sua própria ansiedade, é sinal de que você precisa de cuidado também.
Como cuidar de VOCÊ nesse período (porque ninguém fala sobre isso)
1. Reconheça: você também está em transição
A volta às aulas não é só uma mudança para seu filho. É uma mudança para você também — nova rotina, nova dinâmica familiar, menos tempo livre, mais demandas.
E você tem direito de sentir isso. Não precisa fingir que está tudo bem.
Sintomas de sobrecarga emocional na mãe:
- Irritabilidade constante (você explode por qualquer coisa)
- Sensação de estar “no piloto automático”
- Dificuldade para dormir (mente acelerada)
- Choro fácil ou vontade de chorar “do nada”
- Sensação de culpa constante
- Corpo tenso, dores nas costas, pescoço, cabeça
Se você se reconheceu em 3 ou mais desses sinais, seu corpo está pedindo cuidado.
2. Florais de Bach para mães sobrecarregadas
Os florais não são só para crianças. São (talvez até mais) para você.
Florais recomendados para mães na volta às aulas:
Elm — para sensação de sobrecarga, de que é demais para dar conta
Red Chestnut — para preocupação excessiva com os filhos
Oak — para mães que não param, que se esforçam além do limite
Impatiens — para irritabilidade, impaciência, pressa constante
White Chestnut — para pensamentos ruminantes que não param (especialmente à noite)
Olive — para exaustão profunda, física e mental
No Espaço Bambuí, atendemos muitas mães nessa fase. E quase sempre, quando a mãe se equilibra, a criança também se equilibra — porque o campo emocional da família está interligado.
3. Acupuntura para regular o sistema nervoso
A ansiedade da volta às aulas não é “só psicológica”. Ela afeta seu corpo — sistema nervoso acelerado, sono ruim, digestão alterada, tensão muscular.
A Acupuntura trabalha diretamente no sistema nervoso, acalmando, regulando e devolvendo ao corpo a capacidade de relaxar.
Benefícios da Acupuntura nesse período:
- Redução da ansiedade e irritabilidade
- Melhora na qualidade do sono
- Alívio de tensões musculares (especialmente pescoço e ombros)
- Regulação digestiva (muitas mães têm problemas digestivos quando ansiosas)
- Sensação de estar mais centrada e menos “à flor da pele”
Não espere estar no limite. Cuidar preventivamente é sempre mais fácil.
4. Reiki para acalmar o campo energético
Quando você está sobrecarregada emocionalmente, seu campo energético está desregulado — e isso afeta todos ao seu redor, especialmente as crianças.
O Reiki ajuda a restaurar esse equilíbrio, acalmando o sistema nervoso, dissolvendo tensões energéticas e devolvendo a sensação de paz interior.
Muitas mães relatam que após uma sessão de Reiki, conseguem lidar com as mesmas situações de forma mais tranquila — não porque a situação mudou, mas porque elas mudaram internamente.
5. Psicoterapia: o espaço para você falar (sem culpa)
Ser mãe é difícil. E você tem direito de falar sobre isso — sem julgamento, sem culpa, sem precisar fingir que está tudo bem.
A psicoterapia oferece um espaço seguro para você:
- Processar suas próprias emoções sobre a maternidade
- Entender de onde vem a culpa, o medo, a sobrecarga
- Desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade
- Aprender a se colocar também na lista de prioridades (não só as crianças)
No Espaço Bambuí, a terapia é conduzida com acolhimento e sem julgamentos. Você não precisa ser a “mãe perfeita” aqui — só precisa ser humana.
6. Barras de Access para desligar a mente
Sabe aquela mente que não para? Que fica processando mil coisas ao mesmo tempo? Que não desliga nem quando você deita?
As Barras de Access trabalham exatamente isso — dissolvendo os loops mentais, as preocupações obsessivas, a sobrecarga de pensamentos.
Muitas mães relatam que conseguem dormir melhor depois das Barras, que se sentem mais leves, menos “carregadas” mentalmente.
O que fazer se a criança NÃO se adaptar?
Algumas crianças precisam de mais tempo. E tudo bem.
Sinais de que pode ser mais do que “adaptação normal”:
- Choro intenso que não diminui depois de 2-3 semanas
- Regressão significativa (voltar a fazer xixi na cama, falar como bebê)
- Recusa total de ir à escola (crises de pânico)
- Mudança drástica no comportamento (agressividade, isolamento)
- Queixas físicas constantes (dor de barriga todos os dias)
Se isso acontecer:
- Converse com a escola (pode haver algo específico acontecendo)
- Considere avaliação com psicóloga infantil
- Continue com florais e práticas integrativas de apoio
- Cuide de você — porque lidar com uma criança que não se adapta é emocionalmente desgastante
Não se culpe. Algumas crianças são mais sensíveis, e isso não é falha sua nem dela.
A volta às aulas é sobre adaptação — de todos
A escola vai exigir adaptação da criança. Mas também vai exigir de você.
Nova rotina. Novo ritmo. Novas demandas. E você, que já estava sobrecarregada, agora tem mais uma coisa na lista.
Por isso, cuidar de você não é luxo. É necessidade. Porque você não consegue sustentar emocionalmente seu filho se você mesma está desmoronando.
Não existe mãe perfeita. Existe mãe que se cuida — e por isso consegue cuidar melhor.
Você não precisa passar por isso sozinha. Agende seu cuidado (e o do seu filho).
Mande “VOLTA ÀS AULAS” e vamos conversar sobre o que você e seu filho precisam nesse momento.
WhatsApp: 51 9 9983 0283
Cuide de você para poder cuidar deles. Você merece esse apoio.
